Tribuna do Norte
O fracasso na Copa do Mundo é evidente. Apesar das tentativas de explicações de Carlos Alberto Parreira, a Seleção Brasileira esteve longe de fazer uma campanha convincente. Eliminada nas quartas-de-final pela França, a equipe não mostrou em nenhum momento o futebol que dela se esperava. Com isso, Parreira deverá se reunir na próxima semana com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, formalizando a sua saída.
Campeão mundial pela Seleção Brasileira em 2002, Luiz Felipe Scolari é o nome que mais agrada a Ricardo Teixeira. Mas a boa campanha com Portugal neste Mundial e as portas abertas no exterior podem inviabilizar um retorno.
“Eu pretendo continuar na Europa por mais quatro ou cinco anos, mas isso não impossibilita uma volta, depende do projeto. Mas só vou tratar disso a partir da próxima semana”, disse Felipão, antes do jogo pelo terceiro lugar na Copa.
Com a dificuldade em um retorno de Luiz Felipe Scolari, Vanderlei Luxemburgo surge com força também, apesar de o treinador não ter ido bem em sua primeira passagem pela Seleção Brasileira. Nos últimos dias, Luxa tem escapado da imprensa e não comenta sobre um possível convite. O Santos, onde ele trabalha, já avisou que cobrará a multa rescisória caso o técnico decida treinar a Seleção.
Se Luxemburgo não fala sobre suas chances, o treinador recebe o apoio de Candinho, que trabalhou com Luxa na comissão técnica da Seleção Brasileira entre 1998 e 2000, quando o Brasil conquistou a Copa América. “O mais preparado com certeza é o Vanderlei Luxemburgo, que já esteve lá dirigindo a Seleção Brasileira e conquistou a Copa América. Além disso, ele já dirigiu grandes clubes no Brasil e até o Real Madrid. Não vejo ninguém mais indicado do que ele”, afirmou Candinho. Um dos nomes mais comentados para assumir a Seleção Brasileira é Paulo Autuori. “Eu não gosto de ficar falando em hipótese, até porque lá ainda tem um grande profissional trabalhando que é o Parreira. Não fui contactado por ninguém, mas é claro que fico lisonjeado de ter meu nome lembrado para um cargo que é o auge para qualquer treinador. Mas enquanto isso continuo trabalhando aqui no Kashima”, afirmou.
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